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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Comentário sobre o livro A prática da reportagem - Ricardo Kotscho

O livro " A prática da Reportagem" de Ricardo Kotscho é uma espécie de manual para jovens jornalistas, que nos ensina em que consiste fazer uma reportagem. O livro foi construído a partir de perguntas feitas ao autor por estudantes e profissionais da área de comunicação.
 O livro é dividido em oito capítulos, sendo eles "Uma opção de vida", "O dia-a-dia", "Coberturas", "Reportagem investigativa", "Perfil", "Levantamento", "Drama Social" e "Grande reportagem.
O dia-a-dia de uma redação se baseia na produção de notícias a serem veiculadas, nesse capítulo ele mostra como ocorre a mobilização dos jornalistas em busca da reportagem. Segundo Kotscho, o reportér deve saber que seu lugar é na rua,além de saber transformar os fatos mais corriqueiros em matéria.
      Segundo o autor, a cobertura de um grande acontecimento pode significar para um repórter que está começando a consagração ou fracasso. O esquema especial de cobertura montado para a cobertura de um assunto que foge do dia-a-dia requer um investimento alto da empresa jornalística, o que significa que, um profissional que der mancada uma vez dificilmente terá uma segunda oportunidade. O profissional só deve parar de garimpar informação quando estiver absolutamente seguro sobre todos os fatos que colocará no papel. De acordo com Kotscho, a cobertura de um grande acontecimento requer do repórter, além de capacidade profissional e saber escrever, resistência física, esquecer a hora de dormir e comer e vencer o medo, o cansaço e a saudade.
O autor ainda trata de diversos apectos e fecha o livro falando sobre a grande reportagem, que se denomina assim porque determina grande dedicação por parte do repórter e invsetimento financeiro por parte das empresas.
Enfim, de uma forma leve e descontraída Ricardo Kotscho nos ajuda a desvendar s mistérios de uma reportagem. Recomendo a leitura!

O que é uma charge?

Charge é um estilo de ilustração que tem por finalidade satirizar, por meio de uma caricatura, algum acontecimento atual com uma ou mais personagens envolvidas. A palavra é de origem francesa e significa carga, ou seja, exagera traços do caráter de alguém ou de algo para torná-lo burlesco. ...

sábado, 4 de dezembro de 2010

Minha Carta de Leitor

O futuro dos pequeninos fofinhos

A reportagem " Hoje, elas são fofas.E amanhã? (30 de junho) representou uma ação de proteção e prevenção em saúde.
Acho importante discutir essa questão, pois muitos pais por acharem normal ou "bonitinho" negligenciam a saúde de seus filhos que estão acima do peso. Os  pais devem entender seu papel na educação alimentar dos filhos.
Parabéns a Revista Veja pela iniciativa e fica uma alerta para aqueles que têm filhos "fofinhos" !


Exemlpos de carta de leitor

Senhores Diretores e Editores,
Constituiu-se motivo de muita alegria para mim a circulação no final da tarde de segunda-feira, dia 10 de abril de 2006, do jornal "Correio da Tarde", que na certa vem assinar uma importante página no jornalismo escrito do Estado do Rio Grande do Norte. Excelentes reportagens, colunas as mais variadas e um conteúdo dos mais completos, fazem do jornal Correio da Tarde uma leitura obrigatória da maioria dos potiguares, a cada final de tarde. Parabéns e muitos anos de circulação é o que desejo aos que fazem o CORREIO DA TARDE
José Maria Alves
Advogado e jornalista
Liberdade I - Mossoró RN



9.Jan.2008 | Ao Jornal O Progresso

A/C: Diretoria
Estimada Adiles do Amaral Torres, Diretora Presidente de "O Progresso"
Com muita amizade, saúdo-a respeitosamente agradecendo por tudo o que "O Progresso" vem fazendo pelo bem da coletividade, inclusive da Igreja Católica. Maravilhosa a mensagem de Natal expressa pelo "Editorial" de hoje! Com os votos mais cordiais de Boas Festas, peço a Deus que lhe dê saúde e forças para continuar por longos anos a árdua e importante tarefa que assumiu com os meios de comunicação social.

Dom Redovino Rizzardo, cs.


Linha 300 não atende os usuários

Linha 300 não atende os usuários
Linha de ônibus 300
 Gostaria que fosse feita uma matéria referente à linha de ônibus 300 (San Conrado/ Barão Geraldo), mais especificamente do motorista do período matutino, que por sua vez é mal educado e sempre atrasa.
Minha noiva depende deste ônibus todos os dias, no horário das 7h21 (sentido Barão Geraldo), o problema está sempre neste [...]



PROMOÇÃO NATAL INFERNAL SHOPPING DOM PEDRO

PROMOÇÃO NATAL INFERNAL SHOPPING DOM PEDRO
***URGENTE***
Olá!!! Boa noite! Vocês querem uma reportagem de interesse público? Gostaria de denunciar algo que considero uma falta de respeito com os consumidores. Trata-se de uma promoção de Natal que o Shopping Dom Pedro, em Campinas – S.P; desenvolveu, nomeada de “Garagem feliz Garagem” (pra mim, parece “inferno infeliz inferno” na qual entre os dias [...]



Sugestão de reportagem

Sugestão de reportagem
Gostaria muito de ver uma reportagem sobre a situação em que se encontram um terreno que é utilizado pela sub-prefeitura de Sousas para guarda de entulho (vira um lixão) e outro ao lado na ETE e Ribeirão das Cabras, os mesmos ficam na Rua Treze, um deles é um terreno bem grande em frente a [...]


Fonte:  Portal Brasil Escola

Carta de leitor

Os leitores de jornais e revistas têm um espaço nos veículos de comunicação reservado para suas sugestões, críticas, opiniões e reclamações.
Dessa forma, o leitor tem a oportunidade de participar da formação da opinião pública, sempre que discordar de alguma informação, ou quiser, por exemplo, dar uma sugestão.
É fato que os jornais e as revistas noticiam muitos fatos e da mesma forma que em algumas situações o leitor concorda com o que foi dito, em outras discorda. Assim, ele tem espaço para suas manifestações.
Diariamente os jornais e revistas veiculam cartas de leitores.
Fonte: Portal mundoeducacao.com.br


Para o leitor é o meio de expor seu ponto de vista em relação ao assunto lido, para o veículo de informação é uma arma publicitária para saber o que está agradando a opinião pública.

Fonte: Portal Brasil Escola

Exemplos de crônica

O nascimento da crônica
Há um meio certo de começar a crônica por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis, e la glace est rompue está começada a crônica. (...)
(Machado de Assis. "Crônicas Escolhidas". São Paulo: Editora Ática, 1994)



Recado ao Senhor 903
“Vizinho,Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou a carta em que o senhor reclamava contra o barulho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria visita pessoal – devia ser meia-noite – e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito e, se não o fosse, o senhor ainda teria ao seu lado a Lei e a Polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito a repouso noturno e é impossível repousar no 903 quando há vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor; é impossível ao 903 dormir quando o 1003 se agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos a ser dois números, dois números empilhados entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a Leste pelo 1005, a Oeste pelo 1001, ao Sul pelo Oceano Atlântico, ao Norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 – que é o senhor. Todos esses números são comportados e silenciosos: apenas eu e o Oceano Atlântico fazemos algum ruído e funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e da lua. Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso lago azul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão: ao meu número) será convidado a se retirar às 21h45, e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 às 7 pois as 8h15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que o levará ate o 527 de outra rua, onde ele trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada: e reconheço que ela só pode ser tolerável quando um número não incomoda outro número, mas o respeita, ficando dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhe desculpas – e prometo silêncio.
[...] Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse à porta do outro e dissesse: ‘Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou’. E o outro respondesse: ‘Entra vizinho e come do meu pão e bebe do meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e a cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela’.
E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando canções para agradecer a Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida, e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.”

Fonte: Portal Brasil Escola

Crônica: entre o jornalismo e a literatura

A crônica é um estilo textual que faz parte do gênero opinativo.
Assim como a fábula e o enigma, a crônica é um gênero narrativo. Como diz a origem da palavra (Cronos é o deus grego do tempo), narra fatos históricos em ordem cronológica, ou trata de temas da atualidade. Mas não é só isso.
Uma das mais famosas crônicas da história da literatura luso-brasileira corresponde à definição de crônica como "narração histórica". É a "Carta de Achamento do Brasil", de Pero Vaz de Caminha", na qual são narrados ao rei português, D. Manuel, o descobrimento do Brasil e como foram os primeiros dias que os marinheiros portugueses passaram aqui. Mas trataremos, sobretudo, da crônica como gênero que comenta assuntos do dia a dia.
(Machado de Assis. "Crônicas Escolhidas". São Paulo: Editora Ática, 1994)
Publicada em jornal ou revista onde é publicada, destina-se à leitura diária ou semanal e trata de acontecimentos cotidianos.
A crônica se diferencia no jornal por não buscar exatidão da informação. Diferente da notícia, que procura relatar os fatos que acontecem, a crônica os analisa, dá-lhes um colorido emocional, mostrando aos olhos do leitor uma situação comum, vista por outro ângulo, singular.
O leitor pressuposto da crônica é urbano e, em princípio, um leitor de jornal ou de revista. A preocupação com esse leitor é que faz com que, dentre os assuntos tratados, o cronista dê maior atenção aos problemas do modo de vida urbano, do mundo contemporâneo, dos pequenos acontecimentos do dia a dia comuns nas grandes cidades.
É assim que podemos dizer que a crônica é uma mistura de jornalismo e literatura. De um recebe a observação atenta da realidade cotidiana e do outro, a construção da linguagem, o jogo verbal. Algumas crônicas são editadas em livro, para garantir sua durabilidade no tempo.

Características das crônicas

A crônica é um texto narrativo que:

  • É, em geral, curto;




  • Trata de problemas do cotidiano; assuntos comuns, do dia a dia;




  • Traz as pessoas comuns como personagens, sem nome ou com nomes genéricos. As personagens não têm aprofundamento psicológico; são apresentadas em traços rápidos;




  • É organizado em torno de um único núcleo, um único problema;




  • Tem como objetivo envolver, emocionar o leitor.



  • Fonte: Portal Uol Educação- artigo de Alfredina Nery.

    sábado, 6 de novembro de 2010

    Exemplos de editoriais

    Folha publica editorial sobre processos de fiéis da Igreja Universal contra jornais


    Intimidação e má-fé
    Bispos da Igreja Universal do Reino de Deus desencadeiam, contra os jornais "Extra", "O Globo", "A Tarde" e esta Folha, uma campanha movida pelo sectarismo, pela má-fé e por claro intuito de intimidação.
    Em dezembro, a Folha publicou reportagem da jornalista Elvira Lobato descrevendo as milionárias atividades do bispo Edir Macedo. Logo surgiram, nos mais diversos lugares do país, ações judiciais movidas por adeptos da Igreja Universal que se diziam ofendidos pelo teor da reportagem.
    Na maioria das petições à Justiça, a mesma terminologia, os mesmos argumentos e situações se repetiam numa ladainha postiça. O movimento tinha tudo de orquestrado a partir da cúpula da igreja, inspirando-se mais nos interesses econômicos do seu líder do que no direito legítimo dos fiéis a serem respeitados em suas crenças.
    Magistrados notaram rapidamente o primarismo dessa milagrosa multiplicação das petições, condenando a Igreja Universal por litigância de má-fé. Prosseguem, entretanto, as investidas da organização.
    Não contentes em submeter a repórter Elvira Lobato a uma impraticável seqüência de depoimentos nos mais inacessíveis recantos do país, os bispos se valeram da rede de televisão que possuem para expor a pessoa da jornalista, no afã de criar constrangimentos ao exercício de sua atividade profissional.
    É ponto de honra desta Folha sempre ter repelido o preconceito religioso. A liberdade para todo tipo de crença é um patrimônio da cultura nacional e um direito consagrado na Constituição. A pretexto de exercê-lo, porém, os tartufos que comandam essa facção religiosa mal disfarçam o fundamentalismo comercial que os move. Trata-se de enriquecimento rápido e suspeito --e de impedir que a opinião pública saiba mais sobre os fatos.
    Não é a liberdade para esta ou aquela fé religiosa que está sob ataque, mas a liberdade de expressão e o direito dos cidadãos à verdade.

    Fonte: Folha Online
    19/02/2008

    O que é um editorial?

    O editorial é um texto da responsabilidade da direção do jornal, que deverá acompanhar cada número da publicação, e que se debruça sobre os acontecimentos mais marcantes da atualidade ou dessa edição do periódico, comentando, analisando, exortando – em suma, fazendo opinião; não uma opinião qualquer, mas a opinião do jornal. E é esta característica que distingue o editorial dos restantes textos de opinião do jornal

    Fonte: GRADIM , Anabela - Manual do Jornalismo , maio de 2000

    domingo, 24 de outubro de 2010

    As novas tecnologias e a participação dos jovens no cenário político

    No dia 21 de outubro, quinta-feira, nós estudantes de jornalismo do 2° semestre da UESB recebemos  a visita do Professor Camilo Aggio que falou sobre o uso das novas tecnologias nas eleições 2010 e as mudanças na legislação eleitoral.
    Infelizmente, nós todos sabemos que a sociedade brasileira ainda não conseguiu consolidar uma cultura política digna de um país considerado livre e democrático, que política ainda é considerada por alguns como tabu e por muitos outros como um assunto chato e que não merece ser discutido. Quem nunca ouviu aquela famosa frase que diz que política , futebol  e religião NÃO se discutem?!
    Por todos esses motivos é crescente o desinteresse juvenil sobre assuntos políticos e é aí que entra a contribuição das novas tecnologias. Os jovens, como estão sempre antenados com o que há de mais moderno estão sendo chamados a participar da vida política do país através da internet.
    Camilo Aggio nos mostrou que as redes sociais permitem que os jovens tenham maior interação com os candidatos e com outros jovens e podem dessa forma participar ativamente de movimentos de cunho político e com isso se sentirem participantes efetivos na construção da democracia. Nesse interím, o proncipal dispositivo tecnológico atual é o twitter, que permite que seus usuários se relacionem com pessoas com quem têm interesses comuns, compartilhem vídeos, fotos e etc.
    Nas eleições 2010 o que se viu foi a total interação entre os presidenciavéis e seus seguidores, bem como entre militantes da mesma causa , que conseguiam organizar movimentos e reuniões através do twitter.
    Esperamos que essas mudanças contribuam cada vez mais para a formação de jovens cada vez mais engajados e conscientes de seu papel social.

    sábado, 16 de outubro de 2010

    Exemplo de entrevista

     Transcrição da entrevista de J.K. Rowling para Oprah
    Como sabemos, a nossa J.K. Rowling concedeu uma entrevista para o Oprah Winfrey Show, gravada no Hotel Balmoral, Escócia, lugar em que Rowling terminou o sétimo livro, a seguir as perguntas feitas por Oprah.

    Sobre a pressão da imprensa, ela diz:

    Aconteceu tão rápido para mim, e não deveria ter acontecido. É um livro para crianças, um livro para crianças que, repetidamente, eu dizia que não era muito comercial. Porque eu fui recusada muitas vezes. Eu me sentia como um Beatle. Mas havia quatro Beatles, então eles podiam virar um para o outro e dizer “Meu Deus! Isto é uma loucura!”. Eu não podia me virar para ninguém.
    A respeito das críticas dos religiosos sobre seus livros:
    Não estou promovendo nenhuma ideologia religiosa aqui, embora haja muitos elementos cristãos nos livros, especialmente em Relíquias da Morte. É uma alusão à ideologia em que eu fui criada. Mas, respondendo a pergunta sobre ser criticada daquela forma [por grupos religiosos]… Se eles se referem à parte obscura e assustadora, acho que é perfeitamente justificável para um pai dizer que o livro é um pouco maduro para minha criança, ou então para irem debater o livro juntos, lerem juntos… Isto é ótimo. De fato, é perfeito! Sobre o “Você não deve falar sobre bruxaria, você não deve ter bruxas ou magia em seus livros”, eu acho que isso não faz sentido.
    E, sobre como foi terminar a saga Potter, revela:
    Foi como ficar de luto. Foi algo imenso. Nós sabemos que as pessoas que amamos são imortais, nós todos somos imortais. Inicialmente, fiquei plena de orgulho e alegria, então eu chorei… como eu nunca tinha chorado antes. E somente duas vezes em minha vida eu chorei daquele jeito… Nesta e quando minha mãe morreu. Eu tive que chorar por Harry. Eles todos ainda estão em minha cabeça, eu poderia, definitivamente, escrever um oitavo, nono livro. Acho que terminei, mas você nunca sabe.
    Quando perguntada se há uma parte dela que sente que “terá que superar Harry Potter”, respondeu:
    Não, e já me perguntaram isto… interessantemente, as pessoas me dizem isso. Elas falam “Bom, sabe, você deve pensar como você irá superar Harry Potter?”. E eu, realmente, de verdade, não penso nisto. Foi maravilhoso, e foi insano algumas vezes. Foi divertido também, e estou tão grata que isso aconteceu. Eu amo as pessoas que leram os livros, eu dediquei o último livro para as pessoas que são queridas no meu coração, e a sétima parte da dedicação é para o leitor. Houve uma garota que veio até mim na rua, outro dia, ela surgiu na calçada… e ela deveria estar em seus vinte anos, e ela me disse “Você é a minha infância”. É como a coisa mais bonita que alguém já me falou.
    ( Fonte: http://arquivo.potterish.com/2010/10/transcricao-da-entrevista-de-j-k-rowling-para-oprah/ )

    ENTREVISTA


    Entrevista –
    técnica de investigação e recolha de informação. È o relato de uma conversa/diálogo – imprensa – ou o próprio diálogo – televisão e rádio – em que o jornalista (entrevistador) coloca perguntas a um entrevistado. A entrevista tem o objectivo de registar declarações de fontes de informação ou obter a informação necessária/importante sobre um determinado acontecimento/assunto.
    Fases da elaboração da entrevista:

    Preparação da entrevista - escolha de um assunto, de um tema de fundo, o interesse é comandado pela actualidade, pela pessoa.

    O desenvolvimento da entrevista – ganhar confiança, superar os silêncios, gravador, bloco de notas

    A transcrição da entrevista – não é obrigatório reconstituir palavra por palavra o que o entrevistado disse, podemos reformular o que foi dito, eliminar as redundâncias

    A elaboração do texto – o lead da entrevista deve indicar as razões que levaram a optar pelo tema; o título deve ser sempre que possível uma citação importante ou pertinente, o ante-título pode identificar o género.

    ( Fonte: http://anaeclaudia.blogspot.com/2006/05/glossrio-e.html )

    João do Rio e sua contribuição para a reportagem no Brasil

    JOÃO DO RIO: FOI UMA DAS PERSONALIDADES MAIS INFLUENTES DO INÍCIO DO SÉCULO XX. CRIADOR DA REPORTAGEM NO BRASIL ENTRE O FINAL DO SÉC XIX E INÍCIO DO SÉC XX.
    USOU UMA TÉCNICA NADA USUAL NO BRASIL ATÉ ENTÃO: FOI ÀS RUAS

    Exemplo de reportagem/ Minha reportagem



    Ditadura fashion Midiática


    O conceito de moda apareceu no final da Idade Média, em meados do século XV, no início do renascimento europeu na corte de Borgonha, onde atualmente se encontra parte da França.
    Naquela época os burgos se desenvolveram e se transformaram em cidades, nas quais os burgueses ganhavam dinheiro e se tornavam detentores do poder de compra. Com isso a burguesia que não era nobre, mas rica, começou a copiar as roupas dos nobres.
    Os nobres, por sua vez, ao perceber a imitação começaram a mudar a sua forma de vestir, variando suas roupas para se distinguirem dos burgueses. Assim, os nobres fizeram funcionar a engrenagem: os burgueses copiavam, os nobres inventavam algo novo e esse ciclo se repetia. Conforme Lipovetsky (1989): desse duplo movimento de imitação e distinção nasceu a mutabilidade da moda.
    Os meios de comunicação e especialmente a televisão têm grande poder de influência na composição do visual das pessoas. Desde cedo somos ensinados a nos vestir e nos portar como a mídia diz que é “certo” e “descolado”. Os jovens, por serem mais inexperientes e suscetíveis às pressões exercidas pelo meio acabam sendo o principal alvo dos ditames da moda.
    Ao longo dos anos, a moda sofreu diversas transformações e os jovens acompanham cada uma delas; a todo o momento surgem novos ícones, seja na teledramaturgia, na música ou na dança para serem imitados e seguidos como se fossem DEUSES. Foi assim com astros do pop rock como Elvis Presley e Madonna.
     Atualmente fazem sucesso com o público jovem os “queridinhos” da Disney como Miley Cyrus (intérprete de Hannah Montana), Taylor Swift, Jonas Brothers, Demi Lovato, a revelação teen Justin Bieber e no Brasil a “febre” Restart tomou conta da cabeça dos adolescentes.
    Aqui em Vitória da Conquista, as coisas não são diferentes. A adolescente de 14 anos, Clarice Aragão, diz “curtir” muito as músicas e personagens das atrizes e cantoras Miley Cyrus e Taylor Swift. “Adoro o modo como elas se vestem, são inspirações para meus looks. Um dos adereços que adotei para mim foi a headband.”, afirma a jovem.
    Seguindo a moda veiculada pelo eixo Rio – São Paulo os jovens conquistenses adotam o estilo que se vê nas telinhas.  “Antes de compor minhas vitrines faço uma pesquisa sobre o que está sendo usado, costumo viajar para as grandes metrópoles e trago de lá as novidades. Ultimamente tenho dado preferência para os artigos usados pelas personagens da novela Tititi, como clogs, calça saruel, mangas bufantes e principalmente o estilo despojado que não combina peças”, diz Kellen Jaqueline, proprietária da loja RK9, no centro da cidade.
    Andando pelas ruas vimos que as clogs da novela Tititi já estão nos pés das moças, os laços usados pela personagem Mabi, na mesma novela estão em diversas peças, o cabelo de Justin Bieber é copiado pelos rapazes, a cintura alta “faz a cabeça” das meninas e o colorido do Restart estampa as roupas da juventude conquistense. “Adorei o estilo da personagem Mabi (Clara Tiezzi) desde que a vi pela primeira vez na novela. Adoro me vestir igual a ela.” diz Alice Gomes, de 10 anos, que adotou o estilo da personagem para si.
    Ao conversar com os jovens, percebemos como eles se sentem dominados pelo poder da mídia. O estudante do curso de cinema da UESB Daniel Régis Biurrum, que usa o cabelo
    a la Justin Bieber disse que se sente rejeitado se não seguir os padrões impostos. Já a estudante de jornalismo Priscila Bittencourt leva o assunto de forma mais descontraída e diz: “A mídia tem muita influência no meu jeito de vestir, tudo que está na moda eu quero adquirir porque gosto de me sentir na moda”.





    REPORTAGEM

    O que é Reportagem?

    A reportagem é a representação de um fato ou acontecimento enriquecido pela capacidade intelectual, observação atenta, sensibilidade, criatividade e narração fluente do autor.
    Trata-se de uma especialidade a meio caminho entre o jornalismo e a literatura ou já dentro dos limites da literatura “E também uma arte",observa Alberto Dines - Porque nela entra toda a bagagem subjetiva de quem a faz.

    ( Fonte: http://alisson.x.vilabol.uol.com.br/reportagem.htm )




     

    NOTA

    Nota ou balaio – Texto curto usado em colunas. Pequeno texto referente a um assunto que irá acontecer e responde a três questões básicas para compreensão: que, quem, quando.

    (Fonte: http://anaeclaudia.blogspot.com/2006/05/glossrio-n.html)


    Hoje saiu uma nota no Jornal "O Globo" do Rio, na coluna do Artur Xexéo sobre os absurdos que o People & Arts vem cometendo. Vejam:
    "Esta coluna inicia um concurso para estabelecer qual é a pior estação de TV a cabo. Isto posto, já damos logo o resultado: é a People & Arts. Ou alguém consegue assistir muito a uma emissora que dá a impressão de estar sempre exibindo o mesmo programa, “American chopper”? Bem, isto é só uma impressão. Mas o pior é que os intervalos comerciais, estes, sim, são sempre os mesmos. É impossível acompanhar um programa de uma hora, com quatro intervalos em que os anúncios são sempre os mesmos. Pior: são anúncios do resto da programação, ou seja, de “American chopper”. De vez em quando, eles passam também um anúncio com a participação de Lucélia Santos no programa “Minha casa, sua casa”, que já foi ao ar muitos meses atrás. Além disso, a People & Arts tem o péssimo costume de exibir reality shows pulando alguns episódios, ou simplesmente interrompendo a transmissão no meio da temporada ou — pecado dos pecados — tirando do ar o último bloco do último episódio. Isso não é uma emissora de televisão profissional. É uma estação amadora que brinca de fazer TV. E a gente ainda paga por isso."
    Felizmente, ao menos uma nota boa num jornal de grande circulação. Vamos ver ** isto é o início de algo diferente no canal.

    Elementos da notícia

    Além dos elementos já citados anteriormente, há ainda as CHAMADAS.
    Chamadas podem aparecer em jornais impressos e em outros meios de comunicação, como a televisão e a internet. No jornal impresso, são pequenos textos que contém lead e sempre trazem o n° da página onde a notícia será encontrada.


    Conceito de chamadas elaborado por Katharina Silva Paíxão

    Elementos da notícia

    Box:  Um box é um espaço graficamente delimitado que normalmente inclui um texto explicativo ou sobre assunto relacionado à matéria principal.



    quinta-feira, 14 de outubro de 2010

    Elementos da notícia

    Já vimos anteriormente o que é notícia, agora conheceremos os elementos que a compõem, são eles:
    • Título
    • Manchete
    • Legenda
    • Foto-legenda
    • Box
    Título: é o cabeçalho da notícia  Ex: Presos os cinco suspeitos de assaltar a agência dos Correios no sul de Minas.

    Manchete: Uma manchete é o título principal, de maior destaque, no alto da primeira página de jornal ou revista, alusivo à mais importante dentre as notícias contidas na edição.
    Ex: Americana recebe conta de luz de mais de US$ 1 bilhão

    Legenda: são os textos que aparecem abaixo, ao lado ou acima de uma imagem com a função de esclarecer seu conteúdo. Se essa imagem for uma fotografia, a legenda passará a ser foto-legenda.

    Ex:   Gato posou com fantasia para promover evento em Nova York. (Foto: Timothy Clary/AFP)
    Fonte: http://www.g1.com.br/
    http://www.wikipedia.com.br/

    segunda-feira, 13 de setembro de 2010

    Foi encerrada ontem  a 57° edição da Semana Espiríta de Vitória da Conquista , promovida pela União Espírita da cidade (UEVC).  O evento que teve início no dia 05 de setembro, trouxe como tema  "Em busca da verdade" e contou com a participação de palestrantes conhecidos internacionalmente como Divaldo Franco e Raul Teixeira, entre outros que discorreram acerca dos pressupostos da doutrina.
    Segundo os organizadores da Semana, o evento contou com a participação de representantes de 102 cidades brasileiras além de ter sido acompanhado por mais de 50 países em todo o mundo através da internet.
    Esse ano, além dos seminários e palestras habituais, foram prestadas homenagens ao falecido médium brasileiro Chico Xavier pelo centenário de seu nascimento.
    Katharina Paixão

    NOTÍCIA : O QUE É???

    A notícia é um formato de divulgação de um acontecimento por meios jornalísticos. É a matéria-prima do Jornalismo, normalmente reconhecida como algum dado ou evento socialmente relevante que merece publicação num média. Fatos políticos, sociais, econômicos, culturais, naturais e outros podem ser notícia se afetarem indivíduos ou grupos significativos para um determinado veículo de imprensa. Notícias têm valor jornalístico apenas quando acabaram de acontecer, ou quando não foram noticiadas previamente por nenhum veículo.




    Conceito retirado do portal: http://www.enciclopedia.com.pt/articles.php?article_id=972

    POR QUE?

    Esse blog foi criado  a pedido do professor Marcus Lima, que leciona a disciplina de Genêros Jornalistícos para os alunos do 2° semestre do curso de Comunicação Social da Universidade Estadual do  Sudoeste da Bahia (UESB). Eu, como uma das aluna da turma estarei postando aqui textos referentes aos gêneros estudados em sala de aula. Espero que gostem!!!


    O que são Gêneros?

    Melo (1985, apud Lonardoni, 1996) estabelece - a exemplo do que se faz para a literatura - os gêneros para o jornalismo. Ao estudar os gêneros jornalísticos no Brasil, Melo retoma a obra de Luiz Beltrão, pesquisador que estudou sistematicamente esse assunto. A classificação feita por Beltrão atende a critérios funcionais, de acordo com as funções que os textos desempenham em relação ao leitor: informar, explicar ou orientar. A partir dessas funções, propõe três categorias básicas:
    a) jornalismo informativo: notícia, reportagem, história de interesse humano, informação pela imagem;
    b) jornalismo interpretativo: reportagem em profundidade;
    c) jornalismo opinativo: editorial, artigo, crônica, opinião ilustrada, opinião do leitor.
    Acrescentando alguns elementos, Melo reduz essa classificação a duas categorias:
    a) jornalismo informativo: nota, notícia, reportagem, entrevista
    b) jornalismo operativo: editorial, comentário, artigo, resenha, coluna, crônica, caricatura, carta
    Com esse seu estudo, Melo, de certa forma, evidencia a proximidade que há entre gênero e tipos textuais. Os tipos textuais, assim, não se limitam especificamente ao literário, ao jornalístico, ao técnico ou ao científico: são, na verdade, modelos gerais, que são escolhidos, adaptados e readaptados de acordo com cada função especifica que exercem na comunicação.

    Fonte: http://www.filologia.org.br/soletras/2/06.htm

    Os enunciados - organizados e agrupados - são usados em toda e qualquer atividade humana. Essas atividades se caracterizam por condições especiais de atuação e por objetivos específicos, e, sendo inúmeras, cada esfera de atividade desenvolve tipos relativamente estáveis de enunciados que passam a ser comumente associados a elas. Mesmo variando em termos de extensão, conteúdo e estrutura, os enunciados conservam características comuns, daí serem considerados tipos relativamente estáveis. Bakhtin (1997) chama de gêneros de discurso esses tipos estáveis de enunciados. Vale ressaltar que o termo gênero normalmente é associado aos estudos literários, daí a tendência, nos estudos lingüísticos, para o uso da expressão tipos de texto, considerada mais neutra (Silva, 1995).