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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Comentário sobre o livro A prática da reportagem - Ricardo Kotscho

O livro " A prática da Reportagem" de Ricardo Kotscho é uma espécie de manual para jovens jornalistas, que nos ensina em que consiste fazer uma reportagem. O livro foi construído a partir de perguntas feitas ao autor por estudantes e profissionais da área de comunicação.
 O livro é dividido em oito capítulos, sendo eles "Uma opção de vida", "O dia-a-dia", "Coberturas", "Reportagem investigativa", "Perfil", "Levantamento", "Drama Social" e "Grande reportagem.
O dia-a-dia de uma redação se baseia na produção de notícias a serem veiculadas, nesse capítulo ele mostra como ocorre a mobilização dos jornalistas em busca da reportagem. Segundo Kotscho, o reportér deve saber que seu lugar é na rua,além de saber transformar os fatos mais corriqueiros em matéria.
      Segundo o autor, a cobertura de um grande acontecimento pode significar para um repórter que está começando a consagração ou fracasso. O esquema especial de cobertura montado para a cobertura de um assunto que foge do dia-a-dia requer um investimento alto da empresa jornalística, o que significa que, um profissional que der mancada uma vez dificilmente terá uma segunda oportunidade. O profissional só deve parar de garimpar informação quando estiver absolutamente seguro sobre todos os fatos que colocará no papel. De acordo com Kotscho, a cobertura de um grande acontecimento requer do repórter, além de capacidade profissional e saber escrever, resistência física, esquecer a hora de dormir e comer e vencer o medo, o cansaço e a saudade.
O autor ainda trata de diversos apectos e fecha o livro falando sobre a grande reportagem, que se denomina assim porque determina grande dedicação por parte do repórter e invsetimento financeiro por parte das empresas.
Enfim, de uma forma leve e descontraída Ricardo Kotscho nos ajuda a desvendar s mistérios de uma reportagem. Recomendo a leitura!

O que é uma charge?

Charge é um estilo de ilustração que tem por finalidade satirizar, por meio de uma caricatura, algum acontecimento atual com uma ou mais personagens envolvidas. A palavra é de origem francesa e significa carga, ou seja, exagera traços do caráter de alguém ou de algo para torná-lo burlesco. ...

sábado, 4 de dezembro de 2010

Minha Carta de Leitor

O futuro dos pequeninos fofinhos

A reportagem " Hoje, elas são fofas.E amanhã? (30 de junho) representou uma ação de proteção e prevenção em saúde.
Acho importante discutir essa questão, pois muitos pais por acharem normal ou "bonitinho" negligenciam a saúde de seus filhos que estão acima do peso. Os  pais devem entender seu papel na educação alimentar dos filhos.
Parabéns a Revista Veja pela iniciativa e fica uma alerta para aqueles que têm filhos "fofinhos" !


Exemlpos de carta de leitor

Senhores Diretores e Editores,
Constituiu-se motivo de muita alegria para mim a circulação no final da tarde de segunda-feira, dia 10 de abril de 2006, do jornal "Correio da Tarde", que na certa vem assinar uma importante página no jornalismo escrito do Estado do Rio Grande do Norte. Excelentes reportagens, colunas as mais variadas e um conteúdo dos mais completos, fazem do jornal Correio da Tarde uma leitura obrigatória da maioria dos potiguares, a cada final de tarde. Parabéns e muitos anos de circulação é o que desejo aos que fazem o CORREIO DA TARDE
José Maria Alves
Advogado e jornalista
Liberdade I - Mossoró RN



9.Jan.2008 | Ao Jornal O Progresso

A/C: Diretoria
Estimada Adiles do Amaral Torres, Diretora Presidente de "O Progresso"
Com muita amizade, saúdo-a respeitosamente agradecendo por tudo o que "O Progresso" vem fazendo pelo bem da coletividade, inclusive da Igreja Católica. Maravilhosa a mensagem de Natal expressa pelo "Editorial" de hoje! Com os votos mais cordiais de Boas Festas, peço a Deus que lhe dê saúde e forças para continuar por longos anos a árdua e importante tarefa que assumiu com os meios de comunicação social.

Dom Redovino Rizzardo, cs.


Linha 300 não atende os usuários

Linha 300 não atende os usuários
Linha de ônibus 300
 Gostaria que fosse feita uma matéria referente à linha de ônibus 300 (San Conrado/ Barão Geraldo), mais especificamente do motorista do período matutino, que por sua vez é mal educado e sempre atrasa.
Minha noiva depende deste ônibus todos os dias, no horário das 7h21 (sentido Barão Geraldo), o problema está sempre neste [...]



PROMOÇÃO NATAL INFERNAL SHOPPING DOM PEDRO

PROMOÇÃO NATAL INFERNAL SHOPPING DOM PEDRO
***URGENTE***
Olá!!! Boa noite! Vocês querem uma reportagem de interesse público? Gostaria de denunciar algo que considero uma falta de respeito com os consumidores. Trata-se de uma promoção de Natal que o Shopping Dom Pedro, em Campinas – S.P; desenvolveu, nomeada de “Garagem feliz Garagem” (pra mim, parece “inferno infeliz inferno” na qual entre os dias [...]



Sugestão de reportagem

Sugestão de reportagem
Gostaria muito de ver uma reportagem sobre a situação em que se encontram um terreno que é utilizado pela sub-prefeitura de Sousas para guarda de entulho (vira um lixão) e outro ao lado na ETE e Ribeirão das Cabras, os mesmos ficam na Rua Treze, um deles é um terreno bem grande em frente a [...]


Fonte:  Portal Brasil Escola

Carta de leitor

Os leitores de jornais e revistas têm um espaço nos veículos de comunicação reservado para suas sugestões, críticas, opiniões e reclamações.
Dessa forma, o leitor tem a oportunidade de participar da formação da opinião pública, sempre que discordar de alguma informação, ou quiser, por exemplo, dar uma sugestão.
É fato que os jornais e as revistas noticiam muitos fatos e da mesma forma que em algumas situações o leitor concorda com o que foi dito, em outras discorda. Assim, ele tem espaço para suas manifestações.
Diariamente os jornais e revistas veiculam cartas de leitores.
Fonte: Portal mundoeducacao.com.br


Para o leitor é o meio de expor seu ponto de vista em relação ao assunto lido, para o veículo de informação é uma arma publicitária para saber o que está agradando a opinião pública.

Fonte: Portal Brasil Escola

Exemplos de crônica

O nascimento da crônica
Há um meio certo de começar a crônica por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis, e la glace est rompue está começada a crônica. (...)
(Machado de Assis. "Crônicas Escolhidas". São Paulo: Editora Ática, 1994)



Recado ao Senhor 903
“Vizinho,Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou a carta em que o senhor reclamava contra o barulho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria visita pessoal – devia ser meia-noite – e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito e, se não o fosse, o senhor ainda teria ao seu lado a Lei e a Polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito a repouso noturno e é impossível repousar no 903 quando há vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor; é impossível ao 903 dormir quando o 1003 se agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos a ser dois números, dois números empilhados entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a Leste pelo 1005, a Oeste pelo 1001, ao Sul pelo Oceano Atlântico, ao Norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 – que é o senhor. Todos esses números são comportados e silenciosos: apenas eu e o Oceano Atlântico fazemos algum ruído e funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e da lua. Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso lago azul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão: ao meu número) será convidado a se retirar às 21h45, e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 às 7 pois as 8h15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que o levará ate o 527 de outra rua, onde ele trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada: e reconheço que ela só pode ser tolerável quando um número não incomoda outro número, mas o respeita, ficando dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhe desculpas – e prometo silêncio.
[...] Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse à porta do outro e dissesse: ‘Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou’. E o outro respondesse: ‘Entra vizinho e come do meu pão e bebe do meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e a cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela’.
E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando canções para agradecer a Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida, e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.”

Fonte: Portal Brasil Escola

Crônica: entre o jornalismo e a literatura

A crônica é um estilo textual que faz parte do gênero opinativo.
Assim como a fábula e o enigma, a crônica é um gênero narrativo. Como diz a origem da palavra (Cronos é o deus grego do tempo), narra fatos históricos em ordem cronológica, ou trata de temas da atualidade. Mas não é só isso.
Uma das mais famosas crônicas da história da literatura luso-brasileira corresponde à definição de crônica como "narração histórica". É a "Carta de Achamento do Brasil", de Pero Vaz de Caminha", na qual são narrados ao rei português, D. Manuel, o descobrimento do Brasil e como foram os primeiros dias que os marinheiros portugueses passaram aqui. Mas trataremos, sobretudo, da crônica como gênero que comenta assuntos do dia a dia.
(Machado de Assis. "Crônicas Escolhidas". São Paulo: Editora Ática, 1994)
Publicada em jornal ou revista onde é publicada, destina-se à leitura diária ou semanal e trata de acontecimentos cotidianos.
A crônica se diferencia no jornal por não buscar exatidão da informação. Diferente da notícia, que procura relatar os fatos que acontecem, a crônica os analisa, dá-lhes um colorido emocional, mostrando aos olhos do leitor uma situação comum, vista por outro ângulo, singular.
O leitor pressuposto da crônica é urbano e, em princípio, um leitor de jornal ou de revista. A preocupação com esse leitor é que faz com que, dentre os assuntos tratados, o cronista dê maior atenção aos problemas do modo de vida urbano, do mundo contemporâneo, dos pequenos acontecimentos do dia a dia comuns nas grandes cidades.
É assim que podemos dizer que a crônica é uma mistura de jornalismo e literatura. De um recebe a observação atenta da realidade cotidiana e do outro, a construção da linguagem, o jogo verbal. Algumas crônicas são editadas em livro, para garantir sua durabilidade no tempo.

Características das crônicas

A crônica é um texto narrativo que:

  • É, em geral, curto;




  • Trata de problemas do cotidiano; assuntos comuns, do dia a dia;




  • Traz as pessoas comuns como personagens, sem nome ou com nomes genéricos. As personagens não têm aprofundamento psicológico; são apresentadas em traços rápidos;




  • É organizado em torno de um único núcleo, um único problema;




  • Tem como objetivo envolver, emocionar o leitor.



  • Fonte: Portal Uol Educação- artigo de Alfredina Nery.